Boa tarde, vi hoje a notícia do chip que terá nos veículos para tentar regular as transgressões...
E acho importante dividir a minha intuição com algum veículo de jornalismo... Eu creio que o grande problema da violência nas cidades é muito sutil, no que se diz respeito a encontrar as raizes certas do problema. Sem dúvida o estresse emocional da população nunca vai se sanar cultivando-se essa cultura da hierarquia financeira ou da "força". Deixa eu explicar; No código brasileiro de trânsito diz que o caminhão protege o carro, o carro à moto até chegar ao pedestre, o sujeito mais importante na hierarquia. Acontece que a cultura que cotidianamente é o que se respira está doente, os chips nos veículos deveriam não somente trocar imformações de cinética mecânica, contra mão, furar sinaleiras, etc. O chip deveria ter ligação direta com uma célula do próprio veículo e quando seu condutor utilizasse seus equipamentos de forma agressiva ou abusiva, o funcionamento deste seria interrompido. O estresse nas cidades deriva dessa educação no trânsito, do uso inconsciente e estúpido das buzinas e da força de arranque muitas vezes pondo em risco redes de vidas por causa de uma falta de respeito pelo outro, pela vida própria e pela do outro. Se um veículo como o automóvel já lhe trás a propriedade de locomoção sem esforço físico, não se poderia considerar a gentileza para um pedestre na chuva, ou um ciclista na subida ?, O ganho de tempo que um carro tem capacidade de promover não se compara com os segundos de contrações educadas altruísticas... ( concorda?) inda mais , As motocicletas precisam aprender a não atravessar corredores nas sinaleiras, Os chips de motocicletas poderiam interromper seu funcionamento se acaso isso acontecesse também, Pois iriam ser todos educados, ou então iria ficar de pedestres naquele dia .
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário